Covid-19 causa baixa de Policiais Penais na Penitenciária de Campo Maior e o Grupo Tático Prisional (GTP) é convocado para reforçar a segurança

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Grupo Tático Prisional (GTP) reforça a segurança na Penitenciária de Campo Maior

A Penitenciária José de Arimatéia Barbosa Leite, localizada em Campo Maior, a 80 km de Teresina, sofreu uma redução considerável de Policiais Penais após muitos profissionais contraírem o coronavírus. Considerando o baixo efetivo, a Secretaria de Justiça do Piauí, a pedido do diretor da unidade, enviou o Grupo Tático Prisional (GTP) para reforçar a segurança do presídio.

O GTP é um grupo responsável por prestar auxílio e apoio nas unidades prisionais do estado em momentos de crise, principalmente na implementação de novos procedimentos e rotinas carcerárias. Visando padronizar o sistema prisional do Piauí e ainda qualificando os demais Policiais Penais do nosso estado, como ocorreu no último Curso de Formação.

O Presidente do Sindicato dos Policiais Penais ( SINPOLJUSPI), Kleiton Holanda, afirmou que o GTP precisa ser reconhecido legalmente na estrutura da Polícia Penal e relatou que o Sindicato trabalhará uma minuta de Projeto de Lei com esse objetivo

GTP foi criado e é formado por Policiais Penais do Piauí

“O Sindicato reconhece uma grande importância deste grupo para a evolução da Policial Penal. São policiais qualificados e que prestam um importante serviço para o Sistema Prisional e necessita de uma regulamentação por Lei e trabalharemos para conseguirmos mais essa conquista para nossa categoria”, pontuou.

Este grupo composto exclusivamente por Policiais Penais têm larga experiência em missões dentro do Piauí e em outros estados do país. O GTP já foi convocado pela Força de Intervenção Penitenciária, que é vinculada ao Ministério da Justiça, para atuar nos presídios do Ceará e do Pará.

“O grupo foi criado e formado por Policiais Penais para o serviço de intervenção e controle de distúrbios dentro do sistema prisional. É a comprovação de que a Polícia Penal é a mais indicada para intervir nos presídios, porque conhece o ambiente, e tem as condições e preparo necessários para intervir nas unidades prisionais. O GTP fez já a diferença na Casa de Custódia, Irmão Guido e Penitenciária Mista de Parnaíba”, destacou o Policial Penal Enemesio Lima Souto, coordenador geral do Grupo Tático Prisional (GTP).

GTP atua na Penitenciária de Campo Maior

O diretor da Penitenciária de Campo Maior, Policial Penal Hemorgem Melo Paz, ressaltou a importância do reforço do GTP para a segurança do estabelecimento prisional. Ele agradeceu os Policiais Penais do grupo, o coordenador Enemesio, que de forma eficiente e sem burocracia concedeu o apoio nesse domingo (16).

“Após vários presos serem infectados pelo coronavírus na Penitenciária de Campo Maior, os Policiais Penais também sofreram o impacto dessa enfermidade, causando um baixa considerável nos plantões da unidade. Para sanar esse problema, evitar deficiência e um colapso total da unidade foi necessário pedir apoio de reforço do GTP, no qual agradecemos a disponibilidade, a irmandade e por estar sempre solicito as nossas reivindicações”, declarou.

A Penitenciária de Campo Maior é referência em procedimentos de disciplina e segurança. Atualmente a unidade conta com 250 detentos, além de ser referência em gestão prisional através do atual diretor, o Policial Penal Hemorgem Melo Paz, e sua equipe.

 

Polícia Penal do Piauí
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